Sebastião Salgado passou sete anos a fotografar a Amazónia na terra (floresta), água (rios) e ar (nuvens ou água disfarçada), considerando-a “o maior laboratório natural do mundo, produto da imensa generosidade da Natureza”. Esta canção, a que se junta música de Heitor Villa-Lobos e Philip Glass, já circulou por 15 cidades e chegou agora a Lisboa no âmbito das comemorações dos 70 anos da Fundação Calouste Gulbenkian